Eu fiz esse experimento e entendi um erro que quase toda empresa comete
- Daniel Franco
- 12 de abr.
- 2 min de leitura
Uma provocação prática sobre velocidade, erro, colaboração e uma lição sobre como equipes realmente funcionam.

Certa vez, eu fiz um teste meio questionável em casa....
Coloquei duas pessoas pra aprender a mexer no computador comigo: Minha mãe. E meu filho.
Basicamente, coloquei a experiência de vida contra a coragem de quem ainda não tem noção do perigo.
Spoiler não, mas… deu bom.
Meu filho sentou na frente do computador como se fosse um jogo. Saiu clicando em tudo.
Tudo.
Sem medo. Sem critério. Sem apego à vida útil dos arquivos.
Em algum momento ele apagou alguma coisa importante? Provavelmente. Ele seguiu feliz?Com certeza.
Agora minha mãe… Parecia que cada clique precisava de autorização da ONU.
“Tem certeza?” “E se apagar tudo?” “Tem como voltar?”
Ela não clicava. Ela refletia sobre o clique.
Resultado?
Meu filho aprendeu rápido… e fez umas pequenas tragédias digitais no caminho.
Minha mãe demorou mais… mas zero caos. Zero retrabalho. Zero surto.
E eu ali, assistindo aquilo, pensei:
Pronto. Tá aí o resumo de metade dos problemas das empresas.
Tem gente que é meu filho.
Resolve, faz, anda rápido… e às vezes deixa um incêndio discreto pra trás.
E tem gente que é minha mãe. Evita erro, pensa bem… mas segura o fluxo como se estivesse protegendo um tesouro nacional.
E aí a empresa faz o quê?
Tenta escolher um lado. Ou vira um caos produtivo. Ou vira um museu organizado.
Só que o jogo não é esse. O jogo é juntar os dois:
Velocidade com consciência. Cuidado com movimento.
Porque, no fim:
👉 Só velocidade quebra👉 Só cautela trava👉 Os dois juntos constroem
Bora para o experimento (sem enrolação)
Hoje, no seu trabalho, faz isso aqui:
Pensa em alguém que te dá uma leve gastura profissional.
Pode ser porque a pessoa é acelerada demais ou cuidadosa demais. Muito mais jovem ou muito mais experiente... ou seja lá o motivo que for.
Agora responde:
O que essa pessoa faz melhor que você?
E onde você consegue evitar que ela se complique?
E aí, sem drama, manda um:
“Deixa eu te ajudar com isso aqui.” “E me ajuda a acelerar aquilo ali.”
Simples assim.
Sem reunião. Sem framework. Sem PowerPoint salvador da pátria.
O combinado é o seguinte
Testa isso hoje ou tão logo conseguir.
Se funcionar, você ganhou uma alavanca absurda. Se for estranho… melhor ainda. É sinal que você nunca fez. Depois volta aqui e me conta:
O que aconteceu?
Porque, no fim, trabalhar bem não é sobre ser o melhor da sala. É sobre fazer a sala funcionar melhor.
E isso, curiosamente, meu filho aos 5 anos e minha mãe já tinham entendido antes de muita empresa por aí.
AGORA, RAPIDINHO! Diz aí no comentário abaixo:
Qual seria a maior dificuldade para uma pessoa testar essa experiência na prática?
Daniel Franco é estrategista de inovação corporativa e desenvolvimento de jovens talentos. Atua ajudando empresas a equilibrar velocidade e consistência. Fazendo perfis diferentes trabalharem juntos sem caos nem lentidão. Porque, no fim, ainda não inventaram um botão de “Control Z” no mundo real.




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